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A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original.

The mind that opens to a new idea never returns to its original size.

Albert Einstein

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Quando vamos até o fundo do mar, descobrimos que ali jamais poderíamos viver sozinhos.
Então levamos mais alguém.E esta pessoa, chamada de dupla, companheiro ou simplesmente amigo, passa a ser importante para nós.Porque, além de poder salvar nossa vida, passa a compartilhar tudo que vimos e sentimos.E em duplas, passamos a ter equipes, e estas passam a ser cada vez maiores e mais unidas.

E assim entendemos que somos todos velhos amigos mesmo que não nos conheçamos.E esse elo que nos une é maior que todos os outros que já encontramos.E isso faz com que nós mais do que amigos, sejamos irmãos.Faz de nós, mergulhadores.

( Jacques Yves Cousteau)
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Cristina Zunino

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Rio + 20 poderá definir o futuro das próximas gerações.


Descubra o significado dessa conferência, que assuntos serão tratados e por que você não pode ficar de fora dessa discussão

por Andressa Basilio
 Editora Globo
A Conferência promete ser o principal evento de política internacional dos próximos anos // Crédito: divulgação
Muito antes da Copa do Mundo e das Olimpíadas, o Brasil estará no foco das atenções mundiais com a Conferência Rio + 20. O evento acontece entre os dias 13 e 22 de junho desse ano e tem o potencial de ser o acontecimento de política internacional mais importante dos próximos anos. Entenda o que está por trás das diretrizes dessa convenção, por que ela é tão importante e o que deve mudar em nossas vidas depois dela.
Mas antes, um pouco de história
Há 20 anos, um Rio de Janeiro bombardeado por ferrenhas críticas ambientais, especialmente relacionadas ao desmatamento da Amazônia, abria suas portas para abrigar a segunda, de uma série de conferências especiais convocadas pela ONU. A primeira delas havia acontecido em Estocolmo, na Suécia, em 1972 e teve em sua pauta as discussões de temas alarmantes sobre poluição e meio ambiente. Foi a primeira vez que se discutiu sobre o assunto. 
Editora Globo
Rio 92 lançou o conceito de desenvolvimento sustentável // Crédito: Divulgação
Como só acontecem a cada 10 ou 20 anos, essas conferências são tidas como importantes para definir todo um plano para as futuras gerações. Na Rio 92, como se chamou a segunda delas, os resultados foram surpreendentemente bons tanto para melhorar a imagem do país frente à comunidade internacional, como para obter importantes diretrizes sobre o conceito recém lançado de ‘desenvolvimento sustentável’. 
Nessa Conferência, que teve a participação de 108 Chefes de Estado pertencentes às Nações Unidas, o Brasil liderou o debate de que não precisaria brecar o desenvolvimento de um país para que esse processo seja sustentável. Desde que se preste atenção em três pilares importantes associados ao crescimento da nação: responsabilidade econômica, ambiental e social. A partir daí, esses pilares passaram a fazer parte do vocabulário de quem discute esse tipo de assunto. 
Da Rio 92 saíram também importantes acordos políticos, como a Agenda 21 - manual onde cada país membro da ONU deve elaborar planos consistentes para o planejamento ambiental e colocá-los em prática dentro de um prazo determinado – e a declaração sobre as Florestas, em que os países se comprometiam a barrar os constantes desmatamentos ambientais. 
Dez anos depois, a ONU, notando que havia certos empecilhos que impediam a viabilidade dos acordos assinados na Rio 92, convocou a 3ª convenção, em Johannesburgo, na África do Sul. Porém, como o evento sucedeu uma das maiores tragédias modernas, o 11 de setembro, o foco do evento acabou sendo desviado e, por isso, a convenção foi menos eficiente do que se propunha. 
Por esse motivo, houve a necessidade de uma 4ª convenção e a oportunidade de ela ser realizada na cidade que sediou a até então mais produtiva de toda a série de conferências, o Rio de Janeiro, foi prontamente aceita pelos países membros das Nações Unidas . Em 2009, começava então as preparações para a Rio + 20. 
Assuntos em pauta
O mundo está cada vez mais voltado para as questões ambientais e, por isso, o evento promete ter naturalmente maior visibilidade do que seus antecessores. Porém, o negociador-chefe da delegação brasileira, embaixador André Corrêa do Lago, já explica aos desavisados: “A Rio + 20 não será uma conferência puramente ambiental. Será uma conferência sobre desenvolvimento sustentável, abarcando suas dimensões econômica, social e ambiental”. 
Sobre o tal do desenvolvimento sustentável, acordou-se por relatório elaborado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, em 1987, a definição a seguir: “ é aquele que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas necessidades. Significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social, econômico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais.” 
Mas tais palavras tão bonitas são realmente possíveis na prática? De acordo com o embaixador André Corrêa do Lago, sim. “A ONU escolheu o desenvolvimento sustentável como tema porque, apesar de não ser título original, é um assunto de forte impacto político. É uma formulação que já se mostrou possível, continuará sendo e vai temos a intenção de fortalecê-la ainda mais”. 
Editora Globo
Vista do complexo Riocentro, local onde os debates irão ocorrer // Crédito: Divulgação
Definido esse conceito que guiará as discussões, os assuntos em pauta da Rio + 20 terão dois temas principais:
1) Economia verde e erradicação da pobreza: Como explica Romélia Souza, especialista em projetos do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), nessa categoria serão discutidos novos modelos políticos e econômicos mais adaptados às necessidades atuais. “Essa discussão vem no sentido de chamar a atenção para a valorização e o investimento no capital natural para diminuir a pobreza, gerar mais empregos e minimizar as desigualdades sociais”, explica a especialista.
2) Governança internacional para desenvolvimento sustentável: A intenção nesse debate é fazer um balanço, com exemplos reais, sobre o que avançou e o que retrocedeu em relação a esse assunto. “A ideia é que os governos debatam quais são as perspectivas em longo prazo e como lidar com novos desafios, como crise econômica, escassez de combustíveis e alimentos e crise nuclear”, diz Romélia Souza.
Os desafios demográficos também terão atenção especial, como explica a especialista: “Uma vez que estudos mostram que a Terra não suporta viver com mais de 10 bilhões de habitantes, as discussões saídas daqui devem englobar como lidar com essa questão, como melhorar o IDH, como resolver disparidades entre pobres e ricos”.
Brasil como exemplo de sustentabilidade
Para o negociador-chefe da delegação brasileira, o desafio de se fazer um evento grandioso como o Rio + 20 é importante para o país na medida em que traz discussões tão complexas para dentro do território nacional. “Nessa conferência, mais do que nunca, o Brasil vai conseguir mostrar ao mundo experiências brasileiras na implementação dos conceitos de desenvolvimento sustentável, apresentar inovações tecnológicas brasileiras e reafirmar papel de comprometimento com a responsabilidade social”
Mas talvez, mais importante do que mostrar seus feitos ao mundo, o Brasil vai ter a chance de aproximar o diálogo entre a sociedade civil e 193 Estados-membros da ONU. E é aí que sua participação pode ser decisiva para um projeto de mundo melhor.
A participação social
Além dos 120 Chefes de Estado e de Governo esperados para o evento, 200 representantes da sociedade civil vão ter a chance de discutir 10 temas previamente selecionados pelo governo Brasileiro. A intenção é que desse debate saia 3 soluções para cada tema, que serão apresentados diretamente para a alta cúpula da ONU.
ONGs, representantes da área da educação e do meio ambiente estão entre os convidados do evento e representantes da sociedade civil. Nos quatro dias destinados às discussões que os envolvem, de 16 a 19 de Junho, eles terão a vantagem da livre circulação pelo saguão principal, como explica o embaixador: “Essas pessoas terão os mesmos direitos dos que os governantes brasileiros, ou seja, podem entrar em qualquer sala e participar de qualquer reunião reservada ao período”.
Editora Globo
Governo e sociedade reunidos na Comissão Nacional da Rio+20 // Crédito: Divulgação
Corrêa do Lago reforça ainda que a sociedade teve uma participação importante em 92 na pressão aos órgãos internacionais, por isso, a ONU considera que a sociedade pode ter papel chave no resultado final da conferência. Por isso, está no ar o website riodialogues.org, desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento em parceria com 27 universidades brasileiras e internacionais.
A finalidade é agrupar as opiniões e propostas de até 400 mil pessoas. As discussões sobre temas como segurança alimentar, combate a pobreza, oceanos, energia sustentável, água, inovações tecnológicas entre outros serão abertos para quem quiser participar ou criticar. Nas proximidades do evento, os tópicos mais discutidos no site também serão levados aos chefes de Estado e estarão presentes na apresentação do documento final da Rio + 20.
Para o embaixador, essa foi a melhor maneira encontrada para ampliação da participação civil e pode funcionar bem: “A fórmula não é definitiva, nem provavelmente é a ideal, mas consideramos que seja inovadora para garantir a participação de todos”, afirmou.
A iniciativa é também vista com bons olhos por Romélia Souza. “Num evento de grande porte como esse, temos que ter o espaço para debater e criticar. A população precisa sentir que pode se envolver em questões importantes como essa. Nesse sentido, a Conferência será bem-sucedida na media em que se propõe a debater propostas sobre os diferentes pontos de vista”, conclui a especialista ligada ao IICA.

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FILMES :Mares e Oceanos

01- Mergulho Radical 2: o recife
02- Sharkwatwer
03- Imensidão Azul (1988)
04- A Esfera
05- O Fundo do Mar
06- O Mundo do silêncio (1956)
07- The Cave
08- O segredo do abismo
09- Expedições Fluviais
10- A Odisseia de Jacques Cousteau
11- A marcha dos pinguins
12- Homens de honra
13- Coleção Blue Planet
14- Coleção PLaneta Terra
15- A Ilha dos Golfinhos
16- Expedicao Brasil Oceanico
17- Tubarão
18- TITANIC da NATGEO
19- Um tesouro de amor (Fool’s Gold)
20- Lost City Raiders
21- Mergulho Fatal (2009)
22- Mar de fogo
23- Ocean Men
24- Sea Hunt (aventura submarina)
25-
The Greater Meaning of Water